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Recife · Pernambuco

Desenvolvimento de software sob medida em Recife

A Verne Tecnologia é uma empresa de tecnologia em Recife que desenvolve, mantém e evolui os sistemas que sustentam a operação de empresas privadas e órgãos públicos — e constrói sob medida o que as soluções prontas não entregam: aplicação web, aplicativo, ou a API que liga o que a empresa já usa.

Sob medida não é a resposta para tudo

Se um sistema de mercado resolve o problema, ele entra mais rápido e custa menos — e é isso que dizemos quando é o caso. Sob medida se justifica no que sobra:

A regra que só existe aqui

O processo que a empresa ou o órgão precisa atender não cabe no sistema pronto, ou cabe ao custo de mudar a operação para caber na ferramenta.

A integração que ninguém faz

Dois sistemas que já existem e não conversam. É a maior parte do trabalho na prática, e o que resolve é uma API — não trocar os dois sistemas.

O sistema que ficou sem dono

Sistema antigo, em produção, sem quem o mantenha. Assumir exige primeiro entender o que está no ar, e em que estado estão o código e o banco.

O relatório que sai à mão todo mês

Quando alguém consolida planilha para chegar ao número, o problema não é falta de sistema — é falta de integração entre os que já existem.

Sistemas que a Verne desenvolveu e mantém no ar

A forma mais direta de avaliar quem vai construir o seu sistema é olhar o que a empresa já construiu e continua mantendo em produção. Estes são sistemas da Verne, não projetos de portfólio:

VPark

Gestão de estacionamento: entrada e saída por placa, vagas em tempo real, tarifa por período, mensalistas e relatórios, com várias unidades numa conta.

Agenda+

Agendamento e prontuário para clínicas: portal do paciente, WhatsApp, prontuário com CID-10 e indicadores por profissional e unidade.

Vernier

Gestão para oficina mecânica: ordem de serviço, orçamento aprovado pelo cliente, estoque e caixa, com acompanhamento pelo WhatsApp.

API eSocial e API CPF

Integração com sistema do governo federal: assinatura e transmissão de XML ao eSocial com o certificado do cliente, e consulta cadastral na Receita Federal.

O que cerca o desenvolvimento

Software sob medida raramente chega sozinho. As outras frentes da Verne estão descritas na seção de consultoria: inteligência artificial aplicada ao processo que mais consome tempo da equipe, Business Intelligence e Power BI para os dados hoje espalhados entre planilhas, infraestrutura e redes — incluindo o controle de acesso que a LGPD cobra de quem guarda dado pessoal — e suporte de TI e cloud depois que o sistema entra no ar.

O que perguntam antes de contratar

Quando vale desenvolver sob medida em vez de usar um sistema pronto?

Quando o processo que precisa ser atendido não existe no sistema pronto, ou existe de um jeito que obriga a operação a mudar para caber na ferramenta. Se um sistema de mercado resolve, ele é mais barato e entra mais rápido — e é isso que a Verne diz quando é o caso. Sob medida se justifica no que sobra: a regra específica, a integração com o sistema que já está em uso, e o relatório que ninguém mais monta.

Vocês assumem um sistema que já existe, feito por outra empresa?

Sim. Manutenção de sistema legado é parte do serviço, inclusive de sistema que ficou sem quem o mantenha. O primeiro passo é entender o que está no ar e em que estado está o código e o banco.

Dá para integrar com os sistemas que a empresa já usa?

Essa é a maior parte do trabalho na prática. A Verne desenvolve API para ligar sistemas, e os exemplos estão no próprio portfólio: a API de eSocial assina o XML com o certificado do cliente e transmite ao governo, e a API de CPF consulta a situação cadastral na Receita Federal.

Vocês atendem órgão público?

Sim. Parte dos sistemas que a Verne desenvolve e mantém atende órgão público, e isso inclui as exigências que vêm com ele — controle de quem acessa o quê, registro de operação e tratamento de dado pessoal conforme a LGPD.

Como começa?

Por uma conversa para delimitar escopo: qual processo precisa ser atendido, o que já existe e o que tem de ser construído. A proposta sai do escopo delimitado — não há pacote fechado, e prazo dado antes de entender o problema não se sustenta.

Tem um processo que nenhum sistema resolve?

A conversa começa pelo problema, não pela tecnologia: qual processo precisa ser atendido, o que já existe e o que tem de ser construído. A proposta sai do escopo delimitado.